sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS

A COOPTCONIT DESEJA A TODOS OS COOPERADOS E CLIENTES UM FELIZ NATAL E UM ANO  NOVO REPLETO DE MUITAS FELICIDADES.

sábado, 24 de setembro de 2011

VOCÊ SABIA ?

A COOPTCONIT É A PRIMEIRA COOPERATIVA DE TRABALHO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO ESTADO DE MINAS GERAIS?

A COOPTCONIT FOI CONSTITUÍDA COM UM SONHO E UMA GRANDE VISÃO.  SONHO DE SE TORNAR REFERÊNCIA EM TRABALHOS COOPERATIVISTA E VISÃO DE TORNAR O SEU SONHO POSSÍVEL, POR ISSO TEMOS COMO META: CAPACITAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E APRENDIZAGEM DE SEUS COOPERADOS E DA COMUNIDADE, LOCAL OU NACIONAL.
TEMOS OS MELHORES INSTRUTORES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL. CONTAMOS COM EXCELENTES PROFISSIONAIS QUE NOS ASSESSORAM, E POR ISSO CRESCEMOS A CADA DIA.

COOPTCONIT:  NESSA VOCÊ PODE CONFIAR.

sábado, 3 de setembro de 2011

VISITA DO PREFEITO MANOEL DA MOTA E DO PRESIDENTE DA CÂMARA GERALDO MEDANHA NO ESTANDE DA COOPTCONIT NA FEIRA DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE ITABIRITO

Prefeito Manoel da Mota elogia iniciativa da constituição da COOPTCONIT - Cooperativa de trabalho da construção civil de Itabirito. se torna parceiro da instituição

PRESIDENTE DA COOPTCONIT COM GIRO BOTTINI EM PALESTRA SHOW DE VENDAS

A palestra do grande apresentador do programa shop time foi um sucesso. destacou-se pela versatilidade do palestrante que realmente se superou com sua forma inusitada de falar com o público.





terça-feira, 30 de agosto de 2011

SUCESSO NA FEIRA

ONTEM FOI O PRIMEIRO DIA DA FEIRA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE ITABIRITO E FOI UM SUCESSO. CONTAMOS COM A  VISITA DO PREFEITO MANOEL MOTA E EQUIPE QUE NOS DEU UMA INJEÇÃO DE ÂNIMO AO FALAR SOBRE A IMPORTÂNCIA DA COOPERATIVA PARA A REGIÃO. DISSE QUE ITABIRITO SÓ TEM A GANHAR COM O NOSSO PROJETO E QUE A SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO ESTAVA AS ORDENS PARA NOS RECEBER. CONVERSAMOS SOBRE A DOAÇÃO DE UM TERRENO PARA CONSTRUÇÃO DA NOSSA SEDE E SAÍMOS ESPERANÇOSOS AO OUVIR DO PRÓPRIO PREFEITO QUE NOS DARIA UM TERRENO DE APROXIMADAMENTE DOIS MIL M². PASSO MUITO IMPORTANTE PARA A COOPERATIVA QUE SE ENCONTRA INSTALADA EM UM MODESTO ESCRITÓRIO.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ESTAMOS NA FEIRA

A PARTIR DO DIA 29/08 A 02/09/2011 ESTAREMOS EXPONDO NA FEIRA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE ITABIRITO. FAÇA-NOS UMA VISITA
E CONHEÇA NOSSOS SERVIÇOS ESTAREMOS NO ESTANDE DE Nº 25. ESPERAMOS SUA VISITA. LOCAL: PRAÇA DE ESPORTE ITABIRENSE ESPORTE CLUBE. AV. QUEIROZ JÚNIOR, 659, PRAIA - ITABIRITO/MG

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

CONHEÇA A DIRETORIA DA COOPTCONIT E SEU OBJETO SOCIAL

Diretor Presidente PAULO CESAR DE OLIVEIRA, Diretor Vice-Presidente GERALDO LUCIO GARCIAS, Diretor Administrativo MARCELO HENRIQUE DO CARMO, Diretor Financeiro ALVENI CELESTINO DA SILVA, Conselheiros vogais IZALIEL SOARES e ANTONIO DE DEUS OLIVEIRA FILHO. Fica eleito para o período de 11/5/2011 a 10/05/2012 os membros efetivos do Conselho Fiscal os Senhores MAURÍSON PINTO FIUZA, WANDERSON CARLOS SOARES PEREIRA e GILVAN DUARTE ROSA PIRES, e os Suplentes, os Senhores WELDER LÚCIO DA SILVA, MATUZALEM ZITO e FABRICIANO LEITE COSTA. Todos já devidamente qualificados.
A COOPTCONIT com base na colaboração recíproca a que se obrigam seus cooperados tem como objeto social: a prestação de serviços no setor da construção civil, pontes, estradas, viadutos, serviços de marcenaria, serralheria, assessoria e projetos. Serviços de aprendizagem ,qualificação e aperfeiçoamento no setor da construção civil.
CONTATOS   PAULO CÉSAR 31 9326-0626 88473008

sexta-feira, 29 de julho de 2011

POEMA PARA ITABIRITO E VALE

POEMA PARA A VALE

VALE. Vale a pena investir, vale a pena educar
VALE. Vale segurança, ética e cidadania, VALE, 
vale a parceria, valorizar a vida, as pessoas, o meio 
ambiente, VALE. Empresa, como ela não
tem igual. VALE Itabirito e região, projeto vargem
grande em ação, formando profissionais da construção...
VALE. Claro que vale, VALE seus valores, VALE,
mineração, esperança de uma nação.
Itabirito agradece a VALE, os alunos agradecem a VALE, 
eu agradeço a VALE. Vale sonhos, vale realizações, vale, 
oportunidade.
eu sei que vale... claro qu

FOTOS DA TURMA DE ARMADOR DE FERRAGENS

OS MELHORES PROFISSIONAI DA CONSTRUÇÃO CÍVIL VOCÊ ENCONTRA AQUI.

POEMA PARA OS ALUNOS EU VI.

EU VI. OLHOS DESCONFIADOS, CABEÇAS BAIXAS, BRAÇOS CRUZADOS
EU VI. SORRISOS ESCONDIDOS, INSEGURANÇA, ESPERANÇA, MEDO E TIMIDEZ
EU VI, O QUE VI. SORRISOS SE FORMANDO, ALEGRIA E EMOÇÃO
UM OLHAR EM CADA ROSTO, O MEDO DA FRUSTRAÇÃO.
EU VI. CADA DIA SE PASSANDO E OS ALUNOS TRANSFORMANDO, CADA UM DO SEU JEITINHO SEMPRE ME ANIMANDO.
CÁLCULOS,  SEGURANÇA, TECNOLOGIA,  PLANEJAMENTO, PROJETOS, PRÁTICA.
TANTA INFORMAÇÃO...
DESISTIR OU PROSSEGUIR; VEIO ENTÃO, A INDAGAÇÃO...
COM  PALAVRAS CERTAS, INJETEI MOTIVAÇÃO.
EU VI. ALUNOS MOTIVADOS, ATENTOS E ANIMADOS, BUSCANDO CONHECIMENTO PARA ESTAREM PREPARADOS.
EU VI. EU VI O QUE VI!.
EU VI A "VALE" E CLARO QUE VALE...

sábado, 16 de julho de 2011

ALUNOS DO CURSO DE ARMADOR DE FERRAGENS





POEMA PARA OS ALUNOS EU VI.

EU VI. OLHOS DESCONFIADOS, CABEÇAS BAIXAS, BRAÇOS CRUZADOS
EU VI. SORRISOS ESCONDIDOS, INSEGURANÇA, ESPERANÇA, MEDO E TIMIDEZ
EU VI, O QUE VI. SORRISOS SE FORMANDO, ALEGRIA E EMOÇÃO
UM OLHAR EM CADA ROSTO, O MEDO DA FRUSTRAÇÃO.
EU VI. CADA DIA SE PASSANDO E OS ALUNOS TRANSFORMANDO, CADA UM DO SEU JEITINHO SEMPRE ME ANIMANDO.
CÁLCULOS,  SEGURANÇA, TECNOLOGIA,  PLANEJAMENTO, PROJETOS, PRÁTICA.
TANTA INFORMAÇÃO...
DESISTIR OU PROSSEGUIR; VEIO ENTÃO, A INDAGAÇÃO...
COM  PALAVRAS CERTAS, INJETEI MOTIVAÇÃO.
EU VI. ALUNOS MOTIVADOS, ATENTOS E ANIMADOS, BUSCANDO CONHECIMENTO PARA ESTAREM PREPARADOS.
EU VI. EU VI O QUE VI!.
EU VI A "VALE" E CLARO QUE VALE...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

PALAVRA PASTORAL POR RAIMUNDO FEITOSA

AQUI TEM HOMEM DE DEUS


Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus. (II Reis 4.9)

O mundo está cheio de homens de Deus eu não sei se fico feliz ou assustado. Ao ouvir declarações como esta, ver faixas, cartazes e outdoors convidando o povo para ouvir grandes homens de Deus, uma pergunta me vem à mente: Como saber quem, de fato, é homem de Deus? Sim, porque há muita coisa sendo dita que, se forem verdades, comprometem a tão exposta imagem de homem Deus nos nossos dias. Talvez a sunamita possa nos ajudar.

No crivo da sunamita um homem de Deus se conhece nos detalhes. A mulher disse ao marido: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus. Observar é pesquisar minuciosamente. Não é o discurso do pregador ou os milagres que ele opera em nome de Jesus que lhe credenciam, mas os detalhes é que dizem quem ele realmente é. Jesus afirmou que a qualidade da árvore se conhece no detalhe dos frutos. Existem árvores que encantam pela frondosidade e pela sombra que oferecem, mas os frutos são de péssima qualidade, assim como há pseudos homens de Deus que impressionam o público, mas não passam no teste da observação. Nada contra a frondosidade do ministério, mas eu penso (e posso estar enganado) que ninguém fica rico e famoso por ser homem de Deus embora um homem de Deus possa ter riqueza e fama. Fosse assim, o que diríamos dos anônimos? Daqueles que, embora tenham sido heróis da fé, seus nomes sequer foram mencionados na bíblia ou em algum livro de história .

Além disso, diria a sunamita, é preciso tempo para se conhecer um homem de Deus. Ela diz: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus. O texto sagrado dá conta de que Eliseu passava e se hospedava na casa daquele casal, e fez isso muitas vezes. Uma hora ou pouco mais de exposição da palavra, ou dos dons, a um público embevecido e encantado com a “glória” (não me refiro à glória de Deus e sim à beleza da apresentação), não é suficiente para se afirmar quem é ou não é homem de Deus. Tenho por certo que o ministério aprovado precisa passar pelo teste do tempo. A sunamita abriu a porta da casa, mas só permitiu uma intimidade maior do profeta com a família depois de algum tempo. Nada contra os itinerantes, mas eu prefiro contar meus problemas e pedir ajuda para o meu pastor.

Finalmente, na aula da professora sunamita, aprendemos que se conhece um homem de Deus pelas suas palavras. Eliseu profetizou que a mulher estéril teria um filho e, depois de algum tempo, quando a palavra já tinha se cumprido, o menino que nascera como cumprimento da palavra do homem de Deus, veio a falecer. Chegou, então, a hora de colocar a palavra do homem de Deus em prova. Depois do milagre (não vou citar, mas se você pode ler II Reis 4.8-37), certamente a sunamita tira a prova real de que Eliseu era, de fato, homem de Deus.

Deixei de correr atrás de homens de Deus. Parei com a mania de achar que os homens de Deus têm que ser importados porque santo de casa não faz milagre. Cansei da propaganda que os coloca como GRANDES homens de Deus. Descobri que, assim como os vasos importados, os vasos de casa podem ser honrados e usados por Deus. Aprendi que o que existe na verdade é um Deus grande que usa homens e que esses homens e mulheres estão conosco, na nossa casa, no culto com pouca gente, nas orações nos hospitais etc.

Estou certo de que Deus continuará usando homens e mulheres e soprando o nome de alguns deles de modo que serão famosos, mas também estou certo de que há muitos homens e mulheres de Deus bem pertinho de nós. O Deus que usa Elias para grandes realizações é o mesmo que reserva os sete mil que tal e qual o profeta do fogo não se curvam a Baal.
Glórias a Deus pelos homens de Deus que arrastam multidões! Mil glórias a Ele pelos homens de Deus que cuidam dessas multidões no dia-a-dia.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

APOSTILA DE CARPINTARIA

1. O QUE É PROJETO?
Não existe nenhuma definição de “projeto” reconhecida universalmente, mas no nosso
curso adotaremos que projeto é a representação de um objeto ou equipamento que será
construído.
A função do projeto, na construção civil, é orientar as etapas de construção de uma
edificação. Bons projetos são aqueles que contém todas as informações para a execução das
etapas.
1.1. Importância dos projetos
O projeto é importante porque representa como será a edificação antes de ser construída,
mostrando como será executada cada etapa da construção; por exemplo: o projeto arquitetônico
mostra como será a distribuição dos cômodos da edificação, o projeto de formas de laje mostra
como serão montadas as fôrmas para a execução das lajes; o projeto hidro-sanitário mostra como
serão as tubulações e conexões e onde elas estarão localizadas.
Veja nas figuras abaixo que a fase de projeto é a maior responsável por problemas e
patologias que venham a existir nas construções e que influenciam bastante no custo final de um
empreendimento. Também é onde se consegue fazer as maiores interferências e mudanças.
Figura 1 – Origens de problemas patológicos das construções (MELHADO 1994):
Figura 1 - Capacidade de influenciar o custo final de empreendimento de edifício ao longo de
suas fases (MELHADO 1994)
1.2. Leitura de projetos
Saber ler projetos da construção civil é entender o que significam as simbologias, linhas,
números, letras, marcadores e quadros que neles são representados, para executar de forma fiel.
1.2. A importância de seguir o projeto
O projeto é importante em qualquer construção porque é elaborado por um profissional
especialista da área, obedecendo às normas técnicas de cálculo e de dimensionamento. Em
etapas em que existe um usuário, o profissional também leva em conta o conforto dessas
pessoas. Há também uma preocupação com o melhor aproveitamento do espaço, dos materiais,
da tecnologia e uma busca por custos menores.
Todas as informações de execução de uma etapa da obra estão no seu respectivo projeto.
Não se deve executar da forma como convém, ou que se acha estar correta. DEVE-SE SEMPRE
SEGUIR O PROJETO.
1.3. Alguns tipos de projetos na Construção Civil
Sondagem do solo; Projeto estrutural (superestruturas);
Projeto de conteções; Projeto de instalações hidro-sanitárias;
5
Projeto de fundações e infra-estruturas; Projeto de instalações elétricas,
Projeto arquitetônico; Projeto de ar-condicionado.
Projeto de instalações telefônicas, internet;
2. COMO APRESENTAR OS PROJETOS
Os projetos são apresentados em folhas de papel que são chamadas de formatos. Eles
são de tamanhos definidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). O quadro
abaixo mostra os tipos de formatos:
Tabela 1: Formatos x dimensões
Figura 2: Formatos
Observe que o maior formato é o A0, o formato A1 é metade de um formato A0, o formato
A2 é metade de um formato A1, o A3 é metade de um A2 e o A4 é metade de um formato A3.
2.1. Como trabalhar com escalas
Escala é a relação entre o tamanho do objeto real e o seu tamanho em um projeto.
Utilizamos a escala para ampliar ou reduzir o desenho de um objeto conservando suas
proporções. É necessária a utilização da escala no projeto para possibilitar a representação de um
desenho muito grande ou muito pequeno em uma folha de papel. Existem três tipos de escalas:
· Escala Natural: aquela utilizada quando o tamanho da representação do objeto é igual ao
tamanho real do mesmo, isso é, do mesmo tamanho que o objeto for construído, será também o
seu desenho.
Exemplo:
Escala 1:1 (lê-se, escala um por um)
· Escala de Redução: utilizada para representar um objeto em tamanho menor que o tamanho
real, como casas, edifícios, pontes, viadutos. É a escala mais utilizada na construção civil. É
representada da seguinte forma: Escala 1:2, 1:10, 1:20, 1:50, 1:75, 1:100, 1:200, 1:500, 1:1000,
que são as mais usuais na construção civil.
Exemplo:
Escala 1:50
· Escala de Ampliação: utilizada para representar um objeto em tamanho maior do que o tamanho
real principalmente em projetos de peças mecânicas. É representada da seguinte forma - Escala
2:1 (lê-se, escala dois por um).
As escalas de ampliação mais utilizadas são: 2:1, 3:1, 4:1, 5:1, 10:1, 20:1 etc... Resumindo; para
se trabalhar com essa escala, basta multiplicar o valor da medida indicada no desenho do objeto,
pelo valor numérico da escala.
Formato Dimensões (mm)
A0 1189 x 841
A1 841 x 594
A2 594 x 420
A3 420 x 297
A4 297 x 210
1 unidade no projeto
1 unidade na realidade
1 unidade no projeto
50 unidades na realidade
6
Exemplo:
Escala 10:1
Unidades de Medida usuais na Construção Civil: as unidades de medida utilizadas nos
projetos da construção civil são o centímetro (cm) para plantas baixas e estruturas de concreto
armado por exemplo, e o milímetro (mm) para projetos de montagem, detalhamentos e estruturas
pré-moldadas metálicas e de concreto.
2.2. O que é e para que serve o CARIMBO
Carimbo é um espaço reservado na parte inferior esquerda de todos os formatos para a
identificação dos desenhos que contém o formato. A função do carimbo é informar o que contém a
prancha sem que seja necessária abri-la.
Abaixo temos o exemplo do carimbo adotado pela Prefeitura de Belo Horizonte:
Figura 3: Carimbo:
10 unidades no
projeto
1 unidade na
7
2.3. O que é e para que serve a LEGENDA
A Legenda contém o significado das siglas e abreviações que cada projeto tem em
particular. Nela as especificações são listadas de forma que o projeto possa ser lido de maneira
clara e objetiva. Em projetos arquitetônicos a legenda contém, por exemplo, as dimensões de
portas e janelas.
3. PROJETOS ARQUITETÔNICOS
O projeto arquitetônico é o primeiro projeto a ser elaborado. É a partir dele que são
elaborados todos os outros projetos, como os de instalações elétricas, hidro-sanitárias, estrutural,
dentre outros.
O projeto arquitetônico mostra como é a distribuição interna dos ambientes da edificação,
os cortes, as fachadas, e a localização da construção no lote e sua relação com o entorno.
3.1. Símbolos e simbologias
Uma boa leitura de projetos exige o conhecimento de certas representações gráficas, tais
como:
· Referência de Nível: é medido em relação a algum ponto conhecido no lote ou no entorno.
Geralmente a referência é adotada como o nível +100,00 e, a partir dela são referenciados todos
os outros níveis da construção. O nível é medido em metros (m), e representado como as figuras
abaixo:
Nível em planta: Nível em corte:
· Materiais: existem diversos materiais utilizados na construção civil, abaixo apresentamos as
simbologias mais utilizadas na elaboração dos projetos.
Concreto (corte / planta)
Concreto armado (corte / planta)
Areia (fachada / planta)
Tijolo (fachada / corte)
Terra (corte)
Pedras (fachada)
Terreno apiloado (corte)
Madeira (fachada / corte)
Piso, ladrilho (piso)
Azulejo (corte)
Pisos tacos (corte)
Assoalho (corte)
Figura 4: Representações em projetos
· Linhas: Um projeto é composto de diversos tipos de linhas e de espessuras diferentes, para
cada tipo de representação. É de grande importância para uma boa leitura de projetos saber o
significado das linhas. No quadro abaixo temos os diversos tipos de linha e seus significados em
um projeto qualquer, seja ele arquitetônico ou elétrico, ou hidro-sanitário, ou estrutural, ou
telefônico, ou até um detalhamento.
8
Figura 5 – Tipos de linha
Figura 6 - Exemplo de utilização de símbolos e simbologias. Planta baixa.
9
Figura 7 - Exemplo de utilização de símbolos e simbologias. Corte
3.2. Tipos de planta e suas características
· Planta baixa
É uma representação da edificação vista de cima, como se estivesse sido cortado horizontalmente a
1,50m de altura do piso. No caso de edifícios com mais de um pavimento, cada pavimento deve ser
representado em planta baixa. Representa-se o que um observador posicionado a uma distância infinita
enxergaria ao olhar do alto da edificação cortada. Veja o desenho abaixo:
A planta baixa é representada a 1,50m do chão porque assim mostra maiores detalhes como
janelas e portas, proporcionando melhor compreensão. Deve-se ter cuidado, a compreensão não é tão
simples e a planta é muito abstrata.
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Figura 8 - Simulação e exemplo de planta baixa
· Cortes
São desenhos em que a edificação é representada como se tivesse sido cortada por um ou mais
planos verticais. O objetivo dos cortes é mostrar o que a planta baixa não consegue mostrar, principalmente
os detalhes verticais, como pés-direitos, vergas, peitoris. Os cortes geralmente são passados onde se
consegue mostrar a maior quantidade de detalhes.
Há dois tipos de cortes: os cortes longitudinais, ou seja, no maior comprimento da edificação e os
cortes transversais, no menor comprimento. Veja os exemplos abaixo:
Figura 9 - Simulação do corte
Figura 14 (b) – Corte transversal:
11
Figura 10- Transversal
Figura 11 - Corte longitudinal
A planta baixa também é um corte na horizontal. Os elementos cortados pelo plano são
representados em traço grosso, os elementos não cortados em traço mais fino e os elementos mais
distantes são representados com um traço mais fino ainda, em qualquer tipo de corte.
· Fachadas ou elevações
Fachadas ou elevações são a representação das paredes externas, com suas aberturas (portas e
janelas) e do telhado ou da platibanda. Elas mostram como será a face da edificação.
As fachadas não são apenas as frontais, que ficam de frente para a rua, as outras faces da
construção também são fachadas.
12
Figura 12: Fachada
Planta baixa, cortes e fachadas devem ser representadas sempre na mesma escala.
· Diagrama de cobertura
É a representação em um plano horizontal visto de cima, de como se comporta a cobertura da
edificação. Veja abaixo o diagrama de cobertura da edificação que usamos como exemplo:
Figura 13: Diagrama de cobertura
Algumas nomenclaturas sobre diagramas de cobertura:
Inclinação do telhado: é ela que diz o quanto o telhado é inclinado. É dada em porcentagem e não
em graus. Pelo exemplo acima temos uma inclinação de 30% (trinta por cento), ou seja, trinta em cem. A
cada trinta centímetros que o telhado sobe na vertical, ele anda 100 cm na horizontal. Veja:
13
Águas do telhado: é como falar quantos lados tem o telhado. Fala-se “água” porque é o sentido que
a água da chuva escorre no telhado. Um telhado, por exemplo, de duas águas, significa que em um dia de
chuva metade da água que cai no telhado segue para o lado direito e a outra metade para o lado esquerdo.
· Planta de situação
A planta de situação mostra a relação da edificação com o seu entorno.
Figura 14: Planta de situação
· Gradil
O gradil mostra como será o fechamento frontal da edificação.
Figura 15:

· Planta de localização
Essa planta mostra a localização da edificação dentro do lote. As distancias dos afastamentos
laterais e de fundo e o afastamento frontal. Veja na figura abaixo:
Figura 16: Planta de localização
3.3. Escadas e circulação vertical
A circulação vertical tem função de vencer os desníveis entre pavimentos consecutivos,
possibilitando o livre acesso e circulação entre eles. Ela se faz por meio de ESCADAS, de RAMPAS e de
ELEVADORES.
· Conceitos:
Condição antiderrapante: são considerados pisos antiderrapantes, aqueles cuja constatação no
local permita a percepção ao tato de sua rugosidade e/ou porosidade, a qual possibilite boa aderência ao
ser pisado, mesmo em condições adversas, tais como sob ação de soluções saponáceas, água ou cera.
Corrimão: barra, cano ou peça similar, de superfície lisa e arredondada, localizada junto às paredes
ou guardas de escadas, para as pessoas nela se apoiarem ao subir ou descer. Um corrimão, se de desenho
compatível, pode ser parte integrante da guarda de uma escada.
Guarda ou guarda-corpo: barreira protetora vertical, maciça ou não, delimitando as faces laterais da
escada, terraço, balcões, rampas etc, e serviço de proteção contra eventuais quedas.
Piso: é o degrau da escada, onde se pisa com o pé.
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Espelho: é a distância vertical entre dois pisos.
· Dimensionamento de escadas: para dimensionar uma escada, utilizamos a fórmula de Blondel. Com ela
conseguimos dimensionar uma escada confortável para o usuário.
Fórmula Blondel: 2h + p = 64cm
em que: h = altura do espelho e p= comprimento do piso
De acordo com o COMANDO GERAL DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR; segundo a
INSTRUÇÃO Nr 031/ 96 – CG (DISPÕE SOBRE OS CRITÉRIOS PARA ANÁLISE, EM PROJETO DE
PREVENÇÃO, DA ESCADA COMUM OU NÃO ENCLAUSURADA).
5.2. Largura
5.2.1. A largura da escada dever se proporcional ao número de pessoas que por ela devam transitar em
caso de emergência, sendo o mínimo o previsto em legislação municipal própria, podendo ter largura
mínima de até 0,90 m se a população usuária não exceder a 50 pessoas.
5.3. Dimensões dos degraus
5.3.1. Altura "h" compreendida entre 0,16m e 0,18 m;
5.3.2. A largura será dimensionada pela fórmula de Blondel 0,63 m <= (2h = b) <= 0,64 m;
5.3.3. Se possuir degraus em leque estes deverão ser balanceados, possuindo em sua parte mais estreita
largura não inferior a 0,15 m.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GARCIA, Gilberto & PIEDADE, Gertrudes C. R. Topografia aplicada às ciências agrárias. São Paulo. Ed.
Nobel, 1984. 256 p.
LOCH, C. & CORDINI, J. Topografia contemporânea: planimetria. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 2000.
MELHADO, S.B. Qualidade do Projeto na Construção de Edifícios: Aplicação ao Caso das Empresas de
Incorporação e Construção. Tese de Doutorado, São Paulo, agosto 1994.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

ESTE BLOG É DEDICADO A TODOS OS TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CÍVIL

COOPTCONIT !. O QUE É? COOPERATIVA DE TRABALHO DA CONSTRUÇÃO DE ITABIRITO.
É um projeto audacioso de nível nacional e internacional,  que tem por objetivo, oferecer serviços no setor da construção cívil, estradas, pontes, viadutos, conservação e limpeza, serralheria, marcenaria, agenciamento de profissionais, locação de equipamentos, aprendizagem, qualificação, aperfeiçoamento. Além de projetos e assessoria no setor. visando melhores salários aos cooperados, e conseqüentemente melhores preços no mercado. COOPTCONIT. Pensou em construir: pensou COOPERATIVA DE TRABALHO DA CONSTRUÇÃO DE ITABIRITO.